
Veículo foi roubado em setembro do ano passado no Rio de Janeiro e localizado nesta terça-feira (10) na BR-101, em Palhoça, na Grande Florianópolis.
Abordagem na BR-101 em Palhoça
Dois idosos, de 60 e 63 anos, foram flagrados na tarde de terça-feira (10) com um carro roubado na BR-101 Palhoça, na Grande Florianópolis. À Polícia Rodoviária Federal (PRF), eles afirmaram que o veículo havia sido “emprestado” por um conhecido.
A fiscalização ocorreu durante uma checagem de rotina. O automóvel era um Fiat/Fastback, e a equipe decidiu aprofundar a verificação após inconsistências na identificação.
Na conferência, o código QR da placa traseira não apresentou resultados no sistema. Os policiais também identificaram que as marcações nos vidros e as etiquetas do fabricante não eram originais.
A PRF apontou que o carro circulava com placas clonadas Fiat Fastback. O conjunto de sinais sustentou a suspeita de adulteração do sinal identificador.
Segundo a PRF, o veículo original tinha registro de roubo à mão armada no Rio de Janeiro, em setembro do ano passado. O carro foi localizado em Santa Catarina nesta terça-feira (10), durante a ação na Grande Florianópolis.
A verificação confirmou que a identificação usada no veículo abordado não correspondia ao automóvel com ocorrência no sistema. A checagem reforçou o enquadramento do caso como produto de crime em circulação.
Durante a consulta dos documentos nos sistemas de segurança pública, os policiais identificaram que os dois homens já possuíam histórico por crimes como estelionato, falsidade ideológica, fraude e falsificação.
Na mesma checagem, foi constatado que havia mandado de prisão em aberto pelo crime de estelionato. Com isso, a ocorrência foi encaminhada para a autoridade policial responsável.
Encaminhamento à delegacia e crimes atribuídos
Os dois idosos foram levados para a Delegacia de Polícia de Palhoça. Eles devem responder por receptação e por adulteração de sinal identificador de veículo automotor.
As penas somadas para os crimes podem ultrapassar 10 anos de reclusão, conforme previsão do Código Penal. A apuração segue sob responsabilidade das autoridades locais.