
Orelha, um cão que era cuidado pela comunidade do bairro, foi objeto de uma perícia realizada após sua exumação. O laudo descartou a hipótese de que o animal tenha sido assassinado com um “prego na testa”, como sugerido nas redes sociais.
Verificação pericial do corpo
A exumação do corpo do cão Orelha ocorreu na Praia Brava, em Florianópolis, no dia 11 de fevereiro. Embora não tenham sido encontradas fraturas ou lesões que indicassem uma agressão humana, os peritos ressaltaram que a ausência de fraturas não implica necessariamente na ausência de agressão.
Repercussão na comunidade
A morte de Orelha, que era uma figura conhecida na região, mobilizou a comunidade e resultou em uma manifestação por justiça. Os moradores se preocuparam com o que pode ter acontecido ao cão e exigem respostas para o caso.