
O ato pelo cão Orelha em Florianópolis reuniu cerca de 200 manifestantes na tarde desta terça-feira (10), em frente à Secretaria de Segurança Pública. A concentração ocorreu na avenida Governador Ivo Silveira, na região Continental da Capital.
A mobilização retomou a pressão pública em torno do caso após a morte do cão Orelha na Praia Brava, ocorrida em janeiro. O grupo apontou a necessidade de respostas e cobrou andamento mais rápido das apurações.
O que este artigo aborda:
Manifestantes cobram apuração do caso cão Orelha
Entre as pautas, manifestantes cobram apuração do caso cão Orelha com mais rapidez e clareza. Participantes afirmaram que o ritmo das diligências ainda não atende à expectativa de quem acompanha o inquérito.
Grupos e organizações de diferentes estados participaram do ato, com presença registrada de representantes do Paraná, do Rio Grande do Sul e de São Paulo. A articulação interestadual foi apresentada como forma de ampliar a pressão por avanços no procedimento.
Durante a manifestação, participantes relataram dúvidas sobre pontos do inquérito policial, com questionamentos sobre a quantidade de servidores suspensos. O foco também recaiu sobre como as investigações vêm sendo conduzidas e quais etapas ainda faltam ser cumpridas.
O protesto incluiu cobranças públicas sobre a condução do caso, mantendo o debate em torno da morte do cão Orelha na Praia Brava. As críticas foram direcionadas ao andamento da apuração, sem anúncio de conclusões no local.
Parte dos presentes defendeu a federalização do caso, com pedido para que a Polícia Federal participe das apurações. A proposta foi apresentada como alternativa para ampliar o alcance investigativo e responder às dúvidas levantadas no ato.
O tema foi citado em meio às cobranças por transparência e velocidade, com discursos concentrados na necessidade de avanço do inquérito. A mobilização sustentou que o caso deve ser tratado com prioridade pelas autoridades competentes.
Em alguns momentos, foram entoadas palavras de ordem direcionadas ao delegado responsável pela investigação. O conteúdo das manifestações refletiu insatisfação com o andamento do procedimento e com pontos considerados pendentes no inquérito.
O protesto permaneceu concentrado em frente ao prédio da secretaria ao longo da tarde, com circulação de pessoas e atenção de quem passava pela avenida Governador Ivo Silveira, na região Continental.
Presença política no ato em Florianópolis
A mobilização contou com representantes políticos de diferentes esferas, incluindo um deputado estadual de São Paulo, parlamentares estaduais de Santa Catarina e uma vereadora de Florianópolis. A presença foi registrada durante o ato pelo cão Orelha em Florianópolis.
O caso segue em investigação pelas autoridades competentes. Novos encaminhamentos dependerão do andamento do inquérito e de eventuais decisões sobre mudanças de esfera ou participação de outros órgãos na apuração.