quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
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Ato pelo cão Orelha reúne cerca de 200 na Continental

Redação Notícias Floripa
Redação Notícias Floripa EM 11 DE FEVEREIRO DE 2026, ÀS 06:50
(Foto: Agora Floripa) Ato pelo cão Orelha reúne cerca de 200 na Continental
(Foto: Agora Floripa) Ato pelo cão Orelha reúne cerca de 200 na Continental

O ato pelo cão Orelha em Florianópolis reuniu cerca de 200 manifestantes na tarde desta terça-feira (10), em frente à Secretaria de Segurança Pública. A concentração ocorreu na avenida Governador Ivo Silveira, na região Continental da Capital.

A mobilização retomou a pressão pública em torno do caso após a morte do cão Orelha na Praia Brava, ocorrida em janeiro. O grupo apontou a necessidade de respostas e cobrou andamento mais rápido das apurações.

O que este artigo aborda:

Manifestantes cobram apuração do caso cão Orelha

Entre as pautas, manifestantes cobram apuração do caso cão Orelha com mais rapidez e clareza. Participantes afirmaram que o ritmo das diligências ainda não atende à expectativa de quem acompanha o inquérito.

Grupos e organizações de diferentes estados participaram do ato, com presença registrada de representantes do Paraná, do Rio Grande do Sul e de São Paulo. A articulação interestadual foi apresentada como forma de ampliar a pressão por avanços no procedimento.

Durante a manifestação, participantes relataram dúvidas sobre pontos do inquérito policial, com questionamentos sobre a quantidade de servidores suspensos. O foco também recaiu sobre como as investigações vêm sendo conduzidas e quais etapas ainda faltam ser cumpridas.

O protesto incluiu cobranças públicas sobre a condução do caso, mantendo o debate em torno da morte do cão Orelha na Praia Brava. As críticas foram direcionadas ao andamento da apuração, sem anúncio de conclusões no local.

Parte dos presentes defendeu a federalização do caso, com pedido para que a Polícia Federal participe das apurações. A proposta foi apresentada como alternativa para ampliar o alcance investigativo e responder às dúvidas levantadas no ato.

O tema foi citado em meio às cobranças por transparência e velocidade, com discursos concentrados na necessidade de avanço do inquérito. A mobilização sustentou que o caso deve ser tratado com prioridade pelas autoridades competentes.

Em alguns momentos, foram entoadas palavras de ordem direcionadas ao delegado responsável pela investigação. O conteúdo das manifestações refletiu insatisfação com o andamento do procedimento e com pontos considerados pendentes no inquérito.

O protesto permaneceu concentrado em frente ao prédio da secretaria ao longo da tarde, com circulação de pessoas e atenção de quem passava pela avenida Governador Ivo Silveira, na região Continental.

Presença política no ato em Florianópolis

A mobilização contou com representantes políticos de diferentes esferas, incluindo um deputado estadual de São Paulo, parlamentares estaduais de Santa Catarina e uma vereadora de Florianópolis. A presença foi registrada durante o ato pelo cão Orelha em Florianópolis.

O caso segue em investigação pelas autoridades competentes. Novos encaminhamentos dependerão do andamento do inquérito e de eventuais decisões sobre mudanças de esfera ou participação de outros órgãos na apuração.

Redação Notícias Floripa
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