
A Comissão Permanente Especial foi estabelecida pelo Avaí para investigar denúncias sobre gestão temerária envolvendo Júlio Heerdt e os ex-vice presidentes Bruno Comicholi e Luciano Kowalski. O presidente do Conselho Deliberativo do Avaí, Alessandro Abreu, recebeu a denúncia em uma reunião recente e, conforme o estatuto, a encaminhou para a comissão.
Processo de Apuração
A comissão foi eleita em votação e conta com cinco conselheiros: Amauri Soares, Evandro Reis, Gelson Albuquerque, João Júnior e Victor Gaspodini. Amauri Soares, como presidente da comissão, fará a análise das denúncias recebidas e apresentará um relatório após a instrução do caso.
Os membros da comissão decidiram, de forma unânime, prosseguir com a apuração das denúncias. O prazo definido para concluir essa instrução é de 30 dias; no entanto, é possível solicitar prorrogações se necessário.
Os ex-dirigentes envolvidos receberão intimação para apresentar sua defesa dentro de dez dias após serem notificados. Além disso, poderão ser ouvidas testemunhas durante o processo, conforme solicitado pela comissão ou pelos dirigentes defendidos.
Possíveis Consequências
Uma vez terminado o período de instrução, o relator da comissão apresentará o relatório que, após votação, será submetido ao Conselho Deliberativo do Avaí. O Conselho, que é composto por 300 membros, será responsável por decidir sobre eventuais penalidades e encaminhamentos.
Os dirigentes têm o direito de recorrer da decisão do Conselho Deliberativo perante a assembleia geral. Os trâmites incluem apresentação de denúncias com apoio mínimo, a avaliação pela Comissão Permanente Especial e o parecer final que será deliberado pelo Conselho.