Quando a Copa do Mundo se aproxima, o Brasil muda sem pedir licença. A partir do dia 11 de junho, o Brasil vai mudar sem pedir licença, não é só o calendário que se reorganiza, mas o humor das pessoas, o ritmo das conversas e o jeito de ocupar os espaços. De repente, o cotidiano ganha intervalos sagrados como no horário do jogo. Um verdadeiro encontro marcado que começa com o silêncio que é rompido pelo grito coletivo transformando qualquer rotina.
A Copa não cabe apenas no campo, ela transborda para as ruas, para os bares, para as mesas. É onde o país se reconhece, seja entre bandeiras improvisadas, camisas vestidas com orgulho ou aquele sentimento difícil de explicar, mas impossível de ignorar.
E é nesse cenário, onde o futebol se transforma em linguagem comum, que surgem novas formas de encontro. Um deles vai ocorrer em Florianópolis no DoshiraKorea que chega para a Copa com o “Combo Seoul”. A iniciativa, impulsionada pelo futebol e pela copa, é inspirada nos sabores da Coreia do Sul e traz uma verdadeira mistura de tempero, textura e experiência.
Uma proposta interessante que vai trazer para os dias de competição sabores intensos. Talvez seja, justamente isso, que aproxima tanto a proposta da essência da Copa. Ou seja, criar um ponto de encontro e oferecer um ambiente acolhedor, descontraído e vibrante, para acompanhar os jogos, brindar com um chopp gelado e transformar cada partida em experiência, porque, no fundo, torcer também é dividir.
Dividir o nervosismo antes do jogo, a análise improvisada de cada lance e a alegria que insiste em ser coletiva é o que faz essa paixão ter sentido. Porque elas ampliam a experiência, acrescentam camadas, transformam o ato de torcer em algo ainda mais rico.
Vamos voltar no tempo, mais precisamente ao dia 24 de abril de 1866, quando a antiga Desterro despertou sob o peso de uma explosão que abalou a rotina de uma cidade inteira. Nesse dia, o primeiro prédio da Alfândega desapareceu — e não foi por esquecimento, mas por um duro golpe que atingiu o coração da…

