sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
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Corpo do cão Orelha é exumado em Florianópolis

Redação Notícias Floripa
Redação Notícias Floripa EM 12 DE FEVEREIRO DE 2026, ÀS 21:18
(Foto: Carolina Bechelli Zylan/Arquivo Pessoal/ND Mais) Corpo do cão Orelha é exumado em Florianópolis
(Foto: Carolina Bechelli Zylan/Arquivo Pessoal/ND Mais) Corpo do cão Orelha é exumado em Florianópolis

Exumação a pedido do MPSC pode trazer novos detalhes sobre a morte do cão Orelha; não há prazo definido para a entrega do novo laudo.

Corpo do cão Orelha é exumado em Florianópolis

O corpo do cão Orelha, morto em 5 de janeiro em Florianópolis, foi exumado. A medida atende a pedido do MPSC e abre caminho para uma nova análise pericial da PCI (Polícia Científica de Santa Catarina).

A perícia deve produzir novos elementos sobre a morte do animal, caso que ganhou repercussão nacional. O procedimento ocorre enquanto a investigação permanece em andamento.

A morte do cão Orelha perícia passa a depender de um novo laudo após a exumação. A estimativa apresentada é de que o documento possa ser concluído em 10 ou mais dias.

O cronograma, porém, não tem prazo final definido. O sigilo da investigação é citado como fator que pode influenciar a data de entrega do laudo.

O MPSC solicita novas diligências caso Orelha desde segunda-feira (9), incluindo a exumação do corpo do animal. O objetivo informado é obter esclarecimentos adicionais para o avanço dos procedimentos.

A 2ª Promotoria de Justiça também pediu novos depoimentos. Entre os pontos levantados está a necessidade de apurar se houve ou não coação durante o andamento do processo.

O procedimento foi colocado em sigilo por envolver adolescentes de forma indireta em etapas relacionadas. A Promotoria informou que o caso segue em fase de investigação.

Até o momento, não há ação penal proposta. Um adolescente foi indiciado pelo crime relacionado à morte do cão.

Cronologia e animais citados no caso

Orelha era cão comunitário da Praia Brava, em Florianópolis, e foi agredido em 4 de janeiro. Após acolhimento e atendimento veterinário, o animal morreu no dia seguinte, em 5 de janeiro.

Além do caso principal, outros cães na Praia Brava foram mencionados como supostamente agredidos, incluindo Caramelo e Caramela. Outro animal citado foi Pretinha, que morreu na segunda-feira (9) após complicações no tratamento veterinário, sem relato de agressões.

Redação Notícias Floripa
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