
O corpo encontrado esquartejado em Major Gercino na quarta-feira (11) foi confirmado pela família como sendo de Luciani Aparecida Estivalet Freitas, mulher desaparecida em Florianópolis. Segundo informações da família, Luciani foi dopada e morta na última vez que foi vista, em 4 de março. O corpo teria sido esquartejado e mantido na geladeira até sábado, 7, quando partes dele foram descartadas em sacos de lixo próximos a um rio e encontradas pela polícia.
O cadáver, que estava sem cabeça, braços e pés, gerou investigações sobre possíveis relações com outros casos, principalmente após o carro de Luciani ser avistado em São João Batista, a 25 km do local onde o corpo foi encontrado. Na quinta-feira (12), a polícia começou a investigar a situação, enquanto a família fez exame de DNA para confirmar a identidade do corpo.
A família relatou que cinco pessoas são suspeitas de envolvimento no crime, incluindo um homem e seu círculo familiar. Luciani, de 47 anos, natural de Alegrete, mora em Florianópolis, onde trabalhava como administradora e corretora de imóveis. Ela possuía bens imóveis registrados em seu nome em diversas localidades, especialmente no Rio Grande do Sul.
O desaparecimento e a brutalidade do crime levantaram preocupações sobre a violência contra as mulheres no Brasil, conforme expressou a família de Luciani. Várias mensagens estranhas enviadas durante o desaparecimento despertaram desconfiança entre os familiares, levando à abertura de um boletim de ocorrência.
A reportagem também procurou a Polícia Civil para obter mais informações sobre o caso, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.
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