
Luciani Aparecida Estivalet Freitas, corretora de imóveis, foi assassinada e esquartejada em Florianópolis. O corpo de Luciani segue na sede da PCI-SC (Polícia Científica de Santa Catarina) para análises. A família desabafou nas redes sociais, na quarta-feira (25), após 20 dias de angústia sem poder dar a despedida que ela merece.
Em resposta aos questionamentos do ND Mais, a PCI-SC informou que no caso de Luciani, o corpo foi encontrado esquartejado e com partes enviadas à perícia em momentos distintos, o que atrasa as análises. O primeiro passo foi a realização de exames pela Antropologia Forense, onde foi possível descobrir que todas as partes desmembradas, encaminhadas para a perícia, eram da vítima.
Após as análises, o corpo foi restituído para ser liberado da forma mais completa possível, evitando novas etapas de luto decorrentes de eventuais identificações posteriores de partes, segundo a PCI-SC. Sobre a situação atual, a Polícia Científica disse que as amostras foram enviadas para os setores de Genética e Toxicologia, a fim de identificar a presença de substâncias, como drogas ou medicamentos. O processo deve levar até 40 dias.
A família lamentou a demora na liberação do corpo de Luciani, com o irmão Matheus Estivalet expondo a dor da família. “Estamos vivendo um luto interrompido, preso, sem respostas e sem paz. O que queremos é poder nos despedir da nossa irmã e encontrar o mínimo de alívio em meio a tanta dor”.
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