Rodrigo Barroso, atualmente com 39 anos e diretor do Presídio Masculino de Lages, foi preso preventivamente na quinta-feira (26) durante a Operação Carne Fraca. Ele é policial penal desde maio de 2016 e, segundo denúncias, teria mantido relações pessoais com a mulher de um apenado e recebido carnes nobres, como picanha, em troca de concessões irregulares de benefícios a um preso.
Motivos da Prisão
A investigação teve início com uma representação que acusava irregularidades na concessão de benefícios a um apenado de março a outubro de 2025. A relação de Barroso com a companheira do apenado o levou a intervir em diversos procedimentos da execução penal, caracterizando uma troca de favores.
Consequências e Reação da Sejuri
A operação, que apura crimes de corrupção e violação de sigilo funcional, resultou em mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão. A Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social (Sejuri) acompanha o caso e afirmou que não tolera desvios de conduta. Barroso foi afastado de suas funções e uma Comissão de Intervenção Prisional Administrativa (CIPA) foi instaurada para investigar a unidade.