
O assassinato da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, em Florianópolis, chocou a população e mobilizou investigação policial em Santa Catarina. O corpo da vítima foi encontrado esquartejado no interior de Major Gercino, a 106 km da capital, na quarta-feira (11), dois dias após a família registrar o desaparecimento.
Apesar de três suspeitos já terem sido presos e parte da dinâmica do crime ter sido esclarecida, a investigação conduzida pela Polícia Civil de Santa Catarina ainda tenta responder diversas perguntas sobre o caso, como a relação da vítima com os suspeitos e motivação do crime.
Até o momento, três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no latrocínio, roubo seguido de morte. Entre os investigados estão: um homem de 27 anos, vizinho da vítima; a companheira dele, de 30 anos; e a administradora do conjunto residencial onde Luciani morava, uma mulher de 47 anos. Todos viviam no mesmo terreno no bairro Santinho, no Norte da Ilha.
Os investigadores ainda analisam qual foi exatamente o papel de cada um dos envolvidos e quem participou diretamente do homicídio, além da ocultação do corpo e da tentativa de apropriação dos bens da vítima.
A principal linha de investigação aponta para latrocínio, especialmente após as autoridades identificarem movimentações financeiras e compras feitas utilizando dados da vítima. A Delegacia de Roubos e Antissequestro rastreou várias transações realizadas por um adolescente que morava no mesmo residencial, além de pertences da vítima encontrados escondidos em um apartamento desocupado.
O homem de 27 anos e a companheira tentaram fugir após o avanço das investigações, mas foram localizados na cidade de Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A administradora do residencial também foi presa após a descoberta dos objetos da vítima em seu apartamento.
A investigação continua em andamento para esclarecer todos os detalhes do crime e definir a responsabilidade de cada um dos envolvidos.
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