Homens foram flagrados em ato obsceno na Trilha da Galheta. A PCSC (Polícia Civil de Santa Catarina) vai investigar as denúncias da “orgia a céu aberto” e de possíveis danos ambientais flagrados na última semana na Trilha da Galheta, em Florianópolis. O vídeo foi divulgado pelo político Bruno Souza (PL) e viralizou nas redes sociais. Nas imagens ele aparece com um megafone e anuncia o artigo 233 do Código Penal — que proíbe práticas de atos obscenos em locais públicos.
Além das práticas sexuais dentro da Trilha da Galheta, danos ambientais como intervenções irregulares, aberturas de buracos e degradação da vegetação nativa também estão sob a mira do Inquérito Civil. Testemunhas devem ser ouvidas e materiais audiovisuais serão analisados na investigação.
De acordo com a PCSC, por mais que exista um salvo-conduto expedido pelo TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina), que permite a prática de naturismo na localidade, a permissão não abrange a prática de atos sexuais em público, apenas a “nudez pacífica”. A pena prevista para quem comete ato obsceno varia de três meses a um ano de detenção, além de multa.

