quarta-feira, 18 de março de 2026
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Morte da corretora Luciani Aparecida em Florianópolis

Redação Notícias Floripa
Redação Notícias Floripa EM 17 DE MARçO DE 2026, ÀS 18:33
Autorretrato de uma mulher com cabelo longo e liso, sorrindo em um local urbano com um rio e uma ponte ao fundo.
Foto: Reprodução/Redes sociais/ND Mais" width="1200" height="700" srcset="https://static.ndmais.com.br/2026/03/corretora-assassinada.jpg 1200w, https://static.ndmais.com.br/2026/03/corretora-assassinada-800x467.jpg 800w, https://static.ndmais.com.br/2026/03/corretora-assassinada-768x448.jpg 768w, https://static.ndmais.com.br/2026/03/corretora-assassinada-320x187.jpg 320w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /> - Morte da corretora Luciani Aparecida em Florianópolis

Imagem gerada por IA, feita pelo irmão de Luciani, mostrando a corretora assassinada e seu pai. O pai de Luciani Aparecida Estivalet Freitas, corretora assassinada em Florianópolis, também morreu vítima de um latrocínio e, na época, com a mesma idade da gaúcha: 47 anos. É o que conta o irmão de Luciani, Matheus Estivalet, em um desabafo publicado em suas redes sociais nesta segunda-feira (16). Segundo ele, o pai Lúcio foi assassinado há 22 anos, em 2004. “Duas dores que marcaram nossa família, separadas pelo tempo, mas unidas pelo amor que nunca deixou de existir”, disse o irmão. “Ela confiou demais em pessoas que acreditava serem amigas, mas que não eram. Pessoas que se aproveitaram da sua inocência, da sua confiança, dos seus segredos e da sua vida pessoal e profissional”, escreveu Matheus em outra publicação.

Luciani foi assassinada e esquartejada em Florianópolis, e partes do seu corpo foram encontradas às margens de um rio em Major Gercino na última quarta-feira (11). A polícia investiga o crime como latrocínio — roubo seguido de morte — e suspeita que um casal de vizinhos, um adolescente e a dona da pousada onde Luciani morava tenham cometido o crime após utilizarem os dados da corretora assassinada para fazer compras online.

A investigação sobre a morte da corretora Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, indica que o crime é tratado como latrocínio — roubo seguido de morte — e teria ocorrido entre os dias 4 e 5 de março, em Florianópolis, quando a vítima foi vista pela última vez. Após o desaparecimento, familiares estranharam mensagens enviadas do celular da corretora assassinada.

As apurações avançaram após a identificação de compras realizadas com os dados da corretora e retiradas por um adolescente vizinho, o que levou aos principais suspeitos: um homem foragido por latrocínio, a companheira dele e o irmão menor de idade, além de uma mulher apontada por possível envolvimento na ocultação de bens. O corpo da vítima foi encontrado esquartejado no dia 11 de março, em uma área rural de Major Gercino, sem cabeça, braços e pés, e teve a identidade confirmada pela família dois dias depois, com auxílio de exame de DNA.

Segundo a Polícia Civil, a vítima teria sido morta, mantida na própria residência por alguns dias e, em seguida, teve o corpo dividido e descartado em diferentes pontos próximos a um rio. Até o momento, três pessoas foram presas, incluindo o casal apontado como autor direto do crime, localizado no Rio Grande do Sul, e uma mulher suspeita de envolvimento com os pertences da corretora assassinada. A participação de outros envolvidos segue sob investigação.

Na atualização mais recente do caso, nesta segunda-feira (16), duas mãos foram encontradas dentro de um saco plástico no mesmo rio onde partes do corpo já haviam sido localizadas. A suspeita é de que pertençam à corretora assassinada. As forças de segurança seguem realizando buscas na região para localizar o restante do corpo e esclarecer completamente a dinâmica do crime.

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