O Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina colocou Florianópolis no centro das auditorias das urnas neste domingo, 4 de outubro de 2026. A capital receberá 27 das 35 urnas sorteadas para testes públicos.
O procedimento foi definido em cerimônia realizada na Assembleia Legislativa de Santa Catarina no sábado, 3. Segundo a seleção oficial feita pelo TRE-SC na Alesc, 25 equipamentos irão para o Teste de Integridade.
Outras duas urnas permanecerão na Escola Henrique Stodieck, no Centro de Florianópolis, para o teste com biometria. As auditorias ocorrem no mesmo dia da votação e não entram na apuração eleitoral.
Como será a auditoria em Florianópolis
O modelo mais visível ao público ocorrerá no hall da Alesc, das 8h às 17h. Ali, votos já preenchidos em cédulas de papel serão digitados nas urnas sorteadas.
Ao final, a contagem manual das cédulas será comparada com o resultado eletrônico. A checagem serve para verificar se o equipamento registra exatamente os votos inseridos.
Segundo o presidente do TRE-SC, Carlos Roberto da Silva, o processo busca ampliar a transparência. A expectativa é permitir acompanhamento presencial de uma etapa sensível da eleição.
- 25 urnas irão para o Teste de Integridade na Alesc.
- 2 urnas ficarão na Escola Henrique Stodieck para biometria.
- 8 urnas permanecerão em outras cidades para teste de autenticidade.

O que muda para o eleitor na capital
Nas seções de origem das urnas retiradas para auditoria, a votação seguirá normalmente. A Justiça Eleitoral informou que equipamentos de reserva serão usados nesses locais.
Isso significa que o eleitor não precisa mudar trajeto, horário ou local por causa do sorteio. A substituição foi planejada ainda no sábado para evitar impacto operacional.
Entre os pontos citados estão seções da Escola Henrique Stodieck, da Escola João Alfredo Rohr e da Escola Holandina Cordeiro, todas em Florianópolis.
- O eleitor vota normalmente na seção indicada.
- As urnas auditadas não entram no resultado oficial.
- O acompanhamento público faz parte da fiscalização eleitoral.
Por que o teste ganhou relevância neste domingo
O Teste de Integridade, antes conhecido como votação paralela, simula toda a rotina de uma seção eleitoral. A conferência inclui zerésima, registro de votos e boletim final.
De acordo com a descrição pública do procedimento, os votos digitados serão confrontados com cédulas físicas, em uma checagem filmada e aberta ao público.
O objetivo político e institucional é reforçar confiança num dia de forte atenção nacional sobre as eleições. Em Santa Catarina, Florianópolis concentra a maior parte das urnas selecionadas para esse processo de auditoria.
- O sorteio escolhe os equipamentos.
- As urnas são retiradas ou mantidas nos locais definidos.
- Os votos de teste são inseridos e comparados.
- O resultado é confrontado publicamente.
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