
Luciani Aparecida Estivalet Freitas, corretora de imóveis, foi encontrada morta e esquartejada em Florianópolis, após ter conversado com o irmão sobre sua decepção com uma das suspeitas meses antes do crime, conforme informações do g1. A corretora desapareceu e foi localizada sete dias depois.
Luciani havia informado ao irmão, através de mensagens, que estava decepcionada com a administradora do conjunto residencial onde residia. Em novembro de 2025, escreveu: “Achei que a dona do residencial era minha amiga, mas ela me decepcionou”. Na conversa, relatou que não iria mais “confiar cegamente”.
Matheus Estivalet Freitas, irmão da vítima, afirmou que não sabia o que levou a irmã a fazer tais comentários, mas destacou que muitas pessoas se aproveitavam dela, afirmando: “Ela confiava demais nas pessoas”. A dona do residencial foi detida preventivamente na quinta-feira (12) pelo crime de receptação, após ser encontrada com pertencentes da vítima. Segundo a polícia, diversas compras estavam sendo efetuadas no CPF de Luciani desde 6 de março.
Luciani, natural de Alegrete, no Rio Grande do Sul, foi vista pela última vez na Praia dos Ingleses, no Norte de Florianópolis, em 4 de março. Sua família percebeu que algo estava errado no dia 6 de março, quando ela não contatou a mãe para o aniversário dela. O boletim de ocorrência foi registrado na segunda-feira (9), após a família desconfiar de erros em mensagens enviadas pelo celular da corretora, uma delas indicando que estava sendo perseguida por um ex-namorado.
No dia 11 de março, um corpo esquartejado foi encontrado em Major Gercino, na Grande Florianópolis. Exames de DNA confirmaram, dois dias depois, que o cadáver pertencia a Luciani. Segundo a Polícia Civil, Luciani teria sido morta entre 4 e 5 de março, e o corpo retirado de seu apartamento na madrugada do dia 7, posteriormente descartado em uma área rural, dividido em cinco partes. O caso está sendo tratado como latrocínio, caracteriza-se por roubo seguido de morte.
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