Uma criança de 3 anos saiu sozinha de um núcleo de educação infantil no Centro de Florianópolis e o caso entrou no radar político e administrativo da capital.
A ocorrência foi registrada na terça-feira, 6 de outubro, e ganhou novo peso após repercussão na Assembleia Legislativa de Santa Catarina no dia seguinte.
A Prefeitura abriu apuração interna, enquanto deputados cobraram sindicância e medidas para evitar nova falha de segurança em unidades da educação infantil.
O que aconteceu no NEIM Celso Ramos
Segundo relatos publicados pela imprensa local, a menina deixou o NEIM Celso Ramos desacompanhada e foi vista tentando atravessar a Avenida Mauro Ramos.
O episódio foi descrito por veículos catarinenses como uma fuga que terminou sem feridos porque uma moradora conseguiu localizar a criança a tempo.
A repercussão aumentou depois de a Alesc registrar a cobrança por sindicância sobre a saída da criança da creche na sessão de quarta-feira, 7.
- Idade da criança: 3 anos
- Local: região central de Florianópolis
- Data do caso: 6 de outubro de 2026
- Desdobramento político: cobrança pública em 7 de outubro

Pressão por respostas e investigação
Na Assembleia, o deputado Mário Motta afirmou que o município precisa esclarecer como uma criança tão pequena conseguiu deixar a unidade sem supervisão.
O parlamentar também relacionou o caso a um debate mais amplo sobre protocolos de entrada, saída e monitoramento nas creches públicas catarinenses.
Em outra frente, a cobertura local informou que a prefeitura abriu processo administrativo para apurar o episódio e verificar responsabilidades.
Até o momento, o foco das cobranças está em três pontos centrais:
- como ocorreu a saída da criança;
- quanto tempo ela ficou fora da unidade;
- quais mudanças serão adotadas após a apuração.
Por que o caso amplia o debate na capital
O episódio ocorre em uma semana de forte atenção sobre serviços públicos em Florianópolis, com pressão por respostas rápidas em temas urbanos e sociais.
Na educação infantil, casos assim costumam provocar revisão imediata de rotinas, especialmente em portões, controle de circulação e comunicação com famílias.
A discussão ganha dimensão extra porque a capital mantém uma rede ampla de serviços municipais e publica atualizações diárias de operação urbana em canais oficiais, o que aumenta a cobrança por transparência também na área educacional.
Se confirmadas falhas operacionais, a tendência é que o caso pressione a administração municipal a revisar protocolos em outras unidades, além da creche envolvida.
Para as famílias, a prioridade agora é objetiva: saber quais barreiras concretas serão instaladas para impedir que uma criança volte a sair sozinha de uma escola municipal.
Aviso Editorial
Este conteúdo foi estruturado com apoio de Inteligência Artificial e revisado pelo editor-chefe Marcelo Menezes. O editor-chefe mantém curadoria, checagem e responsabilidade editorial humana sobre as informações publicadas.
Sobre o autor: Marcelo Menezes é editor-chefe e autor do Portal Notícias Floripa.
Como editor-chefe, Marcelo é responsável pela orientação editorial do portal, curadoria de pautas, acompanhamento de temas de interesse público, revisão de conteúdos, organização da linha editorial e cuidado com a apresentação das informações publicadas para os leitores.
Sua atuação no Portal Notícias Floripa está voltada à construção de uma cobertura local clara, útil e responsável sobre Florianópolis, com atenção a temas como notícias da cidade, serviços públicos, trânsito, clima, turismo, eventos, bairros, cultura, economia local, mobilidade urbana e assuntos que impactam o cotidiano de moradores e visitantes.
Editor: Marcelo Menezes
Transparência:
Política Editorial |
Uso de IA |
Correções |
Contato


