
Compreensões online e mensagens para familiares auxiliaram na investigação da corretora desaparecida em Florianópolis. Após a comunicação do desaparecimento de Luciani Aparecida Estivalet Freitas, corretora de imóveis, na Praia do Santinho, em Florianópolis, na terça-feira (10), a Polícia Civil deu início as investigações com base em informações repassadas pela família.
Através da apuração da Equipe de Investigações da Delegacia de Roubos e Antissequestro (DRAS), compras online levantaram um alerta às autoridades. Apesar do desaparecimento desde, pelo menos, 5 de março, transações foram realizadas com dados e pagamentos da vítima.
O avanço das apurações indicou que o irmão deste adolescente, de 27 anos, era foragido de São Paulo por um latrocínio cometido em 2022. Ele e a companheira, de 30 anos, moravam em um apartamento vizinho ao de Luciani.
Ainda na quarta-feira (11), foi identificado que a administradora do residencial estava associada ao casal e se beneficiava das compras. A mulher foi presa em flagrante após a polícia encontrar pertences da vítima escondidos em um imóvel sob sua responsabilidade.
O corpo de Luciani foi encontrado esquartejado em Major Gercino na quarta-feira (11) e confirmado pela família na sexta-feira (13). Os familiares afirmaram que Luciani foi dopada e morta no dia 4 de março. O corpo permaneceria na geladeira até ser descartado em cinco sacos de lixo.
A investigação policial confirmou que, além das compras de mercadorias, foram realizadas diversas transações financeiras nas contas da gaúcha, incluindo um empréstimo recente de R$ 20 mil feito em seu nome.
Deixe o seu comentário!