O Procon de Florianópolis interditou uma agência do Bradesco após registrar centenas de reclamações de consumidores sobre práticas consideradas abusivas. A medida foi divulgada pela Prefeitura no dia 24 de julho de 2026.
A interdição colocou o atendimento bancário no centro da agenda local, sobretudo no Centro da capital, onde filas, demora e queixas recorrentes costumam gerar pressão sobre órgãos de fiscalização.
No portal oficial da Prefeitura, a gestão informou que a agência foi interditada após centenas de reclamações de práticas abusivas, sem detalhar, na chamada inicial, o total exato de ocorrências.
O que se sabe sobre a interdição
A informação apareceu na área de boletins da Rádio PMF, canal usado pela administração municipal para divulgar ações recentes de interesse público.
O destaque do dia 24 de julho colocou o caso entre os principais comunicados oficiais da Prefeitura, ao lado de temas de mobilidade, cultura e serviços urbanos.
Até a manhã deste sábado, 25 de julho de 2026, o material público localizado na busca não trazia a íntegra da autuação nem o prazo da interdição.
Isso limita a identificação imediata de pontos como duração da medida, exigências para reabertura e eventual aplicação de multa administrativa.
- Data da divulgação oficial: 24 de julho de 2026
- Órgão responsável: Procon de Florianópolis
- Instituição atingida: Bradesco
- Motivo informado: centenas de reclamações de práticas abusivas

Por que o caso tem impacto além da agência
Interdições desse tipo costumam ter efeito imediato sobre consumidores que dependem de atendimento presencial para resolver senha, contrato, cartão, contestação e renegociação.
Também ampliam a pressão sobre bancos para corrigir rotinas operacionais, reforçar equipes e ajustar procedimentos que possam violar direitos do consumidor.
Em Santa Catarina, o sistema estadual do Procon mantém orientação de que relações de consumo bancárias podem ser alvo de denúncia e atendimento formal do cidadão.
No site do órgão estadual, o consumidor encontra atendimento presencial por agendamento e lista de documentos para instruir reclamações, como comprovantes, contrato e registros de contato com a empresa.
- Documento de identificação com CPF
- Comprovante de residência
- Dados do fornecedor, como CNPJ
- Provas da relação de consumo
Quais são os próximos passos esperados
A tendência agora é que o banco precise responder às exigências do Procon municipal para tentar reverter a interdição e normalizar a operação.
Também é esperado que consumidores afetados acompanhem comunicados oficiais para saber se haverá redirecionamento de atendimento para outras unidades.
Enquanto isso, a própria estrutura municipal mantém páginas públicas com serviços, ouvidoria e canais institucionais que podem ser usados para acompanhar desdobramentos.
No ambiente digital da Prefeitura, seguem disponíveis serviços e orientações do Procon de Florianópolis, incluindo acesso a informações do órgão responsável pela medida.
O caso deve continuar em evidência nos próximos dias porque envolve um serviço essencial, alto volume de queixas e potencial efeito direto sobre clientes da capital catarinense.
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