
A onda de furtos no Centro de Florianópolis provoca uma sensação de impotência nos empreendedores locais que, no desespero, estudam a contratação de um sistema de segurança privada. A última vítima, no final de semana, foi a Skina Pizzaria, em frente ao paredão da Avenida Hercílio Luz. Os bandidos levaram os fios de cobre do relógio de energia.
Além do prejuízo nos insumos, que dependem de refrigeração, foi preciso contratar um eletricista. A diretoria da Associação Praça Olívio Amorim (Aproa) disse à coluna que estuda a contratação de um sistema de segurança privada.
Nas últimas duas semanas, comerciantes das ruas São Jorge e Presidente Coutinho foram vítimas de furtos. Na semana passada, também no Centro, foi a vez do Café Sorrentino, de uma hamburgueria e do Círculo Ítalo-Brasileiro. No Continente, no bairro de Itaguaçu, comerciantes também reclamam.
No final de semana, a coluna trouxe a informação de que apesar de os números apontarem para a queda de furtos, Santa Catarina tem mais de 100 mil ocorrências por ano e vive uma epidemia dessa prática criminosa.
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