Os desdobramentos da queda do helicóptero que matou cinco pessoas em Santa Catarina chegaram a Florianópolis na noite de terça-feira, 22 de setembro. A capital recebeu os corpos no Instituto Médico Legal.
Segundo a Polícia Científica e o IML de Florianópolis passaram a concentrar a etapa pericial do caso, após o resgate feito na Serra Catarinense.
O episódio colocou a cidade no centro da apuração técnica de uma das ocorrências mais graves do estado nesta semana, agora com foco na identificação e liberação das vítimas.
O que aconteceu antes da chegada a Florianópolis
O helicóptero desapareceu na segunda-feira, 21 de setembro, e foi localizado apenas na terça, 22, em uma área de mata na região de Santa Bárbara.
De acordo com as informações divulgadas até agora, não houve sobreviventes. As cinco mortes foram confirmadas após a localização dos destroços da aeronave.
Em seguida, os corpos foram retirados da área do acidente e transportados para a capital catarinense, onde seriam submetidos aos exames periciais obrigatórios.
- Desaparecimento da aeronave na segunda-feira, 21
- Localização dos destroços na terça-feira, 22
- Resgate das vítimas no mesmo dia
- Envio dos corpos ao IML de Florianópolis à noite

Por que o IML da capital virou peça central
Florianópolis entrou na cobertura do caso porque abriga uma das principais estruturas periciais de Santa Catarina para atendimento de ocorrências complexas.
No IML, a prioridade passa a ser a identificação formal das vítimas, a documentação dos exames e a posterior liberação para as famílias.
Esse procedimento é essencial para dar sequência à investigação e também para permitir os trâmites funerários, que dependem da conclusão técnica.
A CNN informou ainda que os corpos seguiram para exames periciais e identificação pela Polícia Científica em Florianópolis.
Linhas iniciais da investigação
As causas da queda ainda não foram confirmadas oficialmente. A apuração deve avançar a partir de elementos coletados no local do acidente e dos dados de voo.
Entre os pontos já conhecidos, bombeiros afirmaram que a aeronave não emitiu sinal de queda antes da perda de comunicação.
Essa informação reforça a complexidade do caso e indica que a reconstrução dos minutos finais do voo dependerá de análise técnica detalhada.
- exames periciais nas vítimas
- análise dos destroços
- checagem da comunicação da aeronave
- levantamento das condições do voo
Segundo relato divulgado pela corporação, o helicóptero não emitiu nenhum sinal de queda antes de perder contato. Esse dado deve orientar as próximas etapas da investigação.
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Editor: Marcelo Menezes
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