
Trabalho está sendo realizado em áreas de zeladoria e jardinagem, em Florianópolis.
O balanço do projeto Aliança por Floripa prova que a união entre CDL (Câmara de Dirigentes Logistas) e ACIF (Associação Empresarial de Florianópolis) e Prefeitura da Capital funciona – 17 pessoas saíram das ruas para frentes de trabalho da Capital.
O modelo de substituir a esmola pela oportunidade é o caminho certo. É um movimento ainda em formação, que precisa de continuidade e união já que precisa superar a geografia.
Na Grande Florianópolis, o limite entre os municípios é invisível. De nada adianta a Capital estruturar uma rede de acolhimento se São José, Palhoça e Biguaçu não caminharem no mesmo compasso.
Sem uma atuação orquestrada e regional, o problema de vulnerabilidade social apenas muda de endereço, circulando entre cidades coladas.
A tentativa de sucesso, em Florianópolis, é o modelo.
Pessoas em condição de recuperação social conseguiram emprego, salário e a saída de um caos social e sanitário.
Falta a coragem política para uma regência metropolitana – e até mesmo estadual, como já anunciado apenas no campo teórico por lideranças do Estado.
O tema precisa ser encarado como desafio único, e não como uma crise isolada de cada prefeitura.
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