
O processo contra Ulisses Gabriel, ex-delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, pela sua conduta na investigação da morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, foi suspenso na Justiça. A decisão ocorreu na quarta-feira (18).
A suspensão foi baseada na necessidade de autorização do Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Como o caso envolve possível conduta ligada ao exercício de função com prerrogativa de foro, a investigação criminal só pode seguir após aval do tribunal competente. Sem essa autorização, há risco de nulidade na apuração.
Na semana passada, o Ministério Público de Santa Catarina abriu um inquérito civil para investigar possível abuso de autoridade, violação de sigilo funcional e improbidade administrativa por parte do ex-delegado.
Ulisses declarou à reportagem que “está tranquilo” sobre a instauração da investigação, ressaltando que não dirigia os inquéritos e que respeita as decisões judiciais.
O inquérito investiga se houve abuso de autoridade, violação de sigilo funcional e improbidade administrativa, de acordo com a legislação vigente.
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