
Corretora e homem foram mortos e esquartejados em Florianópolis. O homem encontrado esquartejado dentro de uma mala na Praia do Santinho, em Florianópolis, identificado como Alberto Pereira de Araújo, de 29 anos, é natural de Laranjal Paulista (SP). Esta é a mesma cidade na qual o homem suspeito de matar e esquartejar Luciane Aparecida Estivalet Freitas, cometeu o latrocínio pelo qual estava foragido desde 2022. Desde então, ele vivia em Florianópolis com um nome falso.
O suspeito foragido vivia na mesma pousada da corretora, que fica no bairro Santinho, próximo de onde o corpo de Alberto foi encontrado dentro de uma mala em dezembro de 2025.
A polícia ainda investiga o que pode ter acontecido com Alberto Pereira de Araújo, identificado nesta quarta-feira (18), visto que ninguém o procurou desde que seu corpo foi encontrado em uma mala. A confirmação de sua identidade veio através de um processo longo: depois de receber uma foto de que Alberto seria a possível vítima, a PCI-SC (Polícia Científica de Santa Catarina) realizou uma análise pericial sob a estrutura óssea facial do cadáver, identificando-o como sendo o homem de 29 anos.
O delegado Alex Bonfim, da Delegacia de Homicídios, declarou que a polícia investiga possíveis ligações com o caso da corretora assassinada e esquartejada em Florianópolis devido às semelhanças entre os dois crimes. No assassinato da corretora, conforme a Polícia Civil de Santa Catarina, a vítima foi esquartejada e dividida em cinco partes. Os restos mortais foram levados até uma ponte na zona rural de Major Gercino, na Grande Florianópolis, e descartados em um córrego.
Até o momento, três pessoas são suspeitas de envolvimento no assassinato de Luciani. Uma delas é o homem foragido por latrocínio. Em 2022, ele teria matado com um tiro na cabeça o dono de uma padaria em Laranjal Paulista (SP), e fugido para Florianópolis. No caso da mala, o corpo de um homem também foi encontrado desmembrado. Ele estava dentro de uma mala abandonada na faixa de areia da Praia do Santinho.
Outro aspecto que chamou atenção foi a proximidade entre os pontos relacionados aos dois crimes. A mala foi deixada na Praia do Santinho, bairro vizinho ao local onde a corretora vivia. Apesar das semelhanças, a Delegacia de Homicídios afirma que, até agora, não há evidências que comprovem ligação entre os casos.
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