A Polícia Civil de Santa Catarina abriu um novo flanco de repressão à Farra do Boi em Florianópolis ao cumprir 28 mandados de busca e apreensão em áreas da Capital.
A ofensiva, batizada de Operação Acabou a Farra, ocorreu após um caso investigado na Costa da Lagoa, com desdobramentos também na Lagoa da Conceição e nos Ingleses.
Segundo a corporação, o inquérito apura maus-tratos a animais, associação criminosa, lesão corporal e coação no curso do processo, em uma investigação que ganhou peso nas últimas semanas.
O que a operação apura na Capital
De acordo com a Polícia Civil, a investigação começou após um episódio registrado no fim de abril, quando um boi foi levado por via marítima à comunidade e submetido a agressões.
O caso provocou forte repercussão local e, segundo os investigadores, também gerou intimidação contra moradores que rejeitaram a prática ilegal.
A corporação afirma que algumas famílias chegaram a deixar suas casas por medo, o que ampliou a gravidade do caso além do crime ambiental.
- 28 mandados de busca e apreensão foram cumpridos
- Os alvos estavam em três regiões de Florianópolis
- Celulares e DVRs foram recolhidos para perícia
Os materiais apreendidos agora passam por análise técnica. A expectativa é identificar vínculos entre os investigados e aprofundar a cadeia de responsabilidades.

Como foi a mobilização policial
A operação reuniu 42 policiais civis e 16 policiais militares, além do apoio da Polícia Militar Ambiental, que disponibilizou embarcações e motos aquáticas.
Esse reforço logístico foi necessário porque parte dos alvos estava em áreas de acesso mais complexo, especialmente na Costa da Lagoa, onde o deslocamento depende de rotas específicas.
A ação confirma um aumento de pressão institucional sobre ocorrências ligadas à Farra do Boi, prática já enquadrada como crime de maus-tratos no estado.
- O inquérito foi instaurado após o episódio de abril
- Suspeitos foram identificados ao longo da apuração
- As buscas ocorreram em maio, com reflexos noticiosos nesta semana
Em outra frente recente de segurança na Grande Florianópolis, o Estado também divulgou que duas ocorrências de incêndio mobilizaram grande aparato operacional sem registro de vítimas.
Impacto jurídico e contexto local
A Polícia Civil informou que a Farra do Boi pode levar a responsabilização criminal e administrativa. As penas somadas, nos casos investigados, podem chegar a prisão e multa.
No âmbito estadual, a legislação prevê multa de R$ 10 mil para participantes e R$ 20 mil para organizadores, segundo a corporação.
O avanço da investigação ocorre em uma semana de serviços públicos alterados pelo feriado de Corpus Christi, período em que Florianópolis operou com mudanças em transporte, saúde e coleta de lixo.
Esse cenário amplia a atenção sobre segurança e rotina urbana na Capital, enquanto o caso segue sob apuração policial.
- A investigação ainda está em andamento
- Novas perícias podem gerar outros desdobramentos
- Os suspeitos devem ser analisados individualmente
O foco imediato das autoridades é transformar o material recolhido em prova pericial. A partir disso, a polícia deve decidir sobre eventuais indiciamentos e novas medidas.
Para Florianópolis, o caso recoloca no centro do debate a fiscalização de práticas clandestinas em comunidades costeiras e a proteção de moradores ameaçados durante as apurações.
Aviso Editorial
Este conteúdo foi estruturado com apoio de Inteligência Artificial e revisado pelo editor-chefe Marcelo Neves. O editor-chefe mantém curadoria, checagem e responsabilidade editorial humana sobre as informações publicadas.
Sobre o autor:
Editor: Marcelo Neves
Transparência:
Política Editorial |
Uso de IA |
Correções |
Contato


