Sérgio Ricardo em Mostra História do Prêmio Catarinense de Cinema 2026

A segunda edição da Mostra História do Prêmio Catarinense de Cinema 2026, que exibe filmes produzidos com recursos do edital promovido pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), terá o longa Sérgio Ricardo – uma outra história do cinema novo, com direção de Rafael Rosa Hagemeyer. A sessão será no dia 8 de maio, às 19h30, na Sala de Cinema Gilberto Gerlach do Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. A entrada é gratuita.

A mostra é promovida pelo Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC). As exibições ocorrerão mensalmente, sempre em uma sexta-feira de cada mês.

Sérgio Ricardo – uma outra história do cinema novo

Direção: Rafael Rosa Hagemeyer

Produção: 2023

País de Origem: Brasil

Duração: 01:00:04

Classificação Etária Indicativa: Livre

Elenco: Sérgio Ricardo, Osmar Prado, Othon Bastos, Ziraldo, Marina Lutfi, Alceu Valença, Antônio Pitanga, Geraldo Azevedo, Ítala Nandi, Luzia Aparecida

Sinopse: Sérgio Ricardo, diretor, ator, músico, letrista e compositor do cinema brasileiro faz um diálogo entre o passado e o presente no documentário, “Sérgio Ricardo: Uma Outra História do Cinema Novo”, que mostra a produção cinematográfica de um dos profissionais mais atuantes do Cinema Novo.

Celebrizado na história da música por quebrar seu violão e atirá-lo sobre a plateia que o vaiava no festival da Record de 1967, por haver mudado o arranjo da música Beto bom de bola, Sérgio Ricardo pouco foi mencionado como diretor de cinema e como compositor de trilhas sonoras importantes, como as de Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964) e de Terra em transe (1967), os filmes mais conhecidos de Glauber Rocha, grande ícone do movimento. Além das composições, Sérgio Ricardo assinou quatro filmes de alta qualidade narrativa, estética e política, na mesma esteira do Cinema Novo. São eles O menino da calça branca (1961), Êsse mundo é meu (1964), Juliana do amor perdido (1969) e A noite do espantalho (1974). Em 2017, aos 85 anos de idade, o diretor voltou ao set de filmagens para dirigir o longa metragem Bandeira de retalhos (2018). O trabalho e as trocas com importantes nomes do cinema e da cultura brasileira, entre eles Antônio Pitanga, Ítala Nandi, Othon Bastos, Osmar Prado e Ziraldo, fazem da obra do diretor uma referência para a produção nacional. Ao abordar suas produções, este documentário é um convite para revisitar sua obra na história e no movimento do Cinema Novo.

Redação Notícias Floripa
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