O Aeroporto Internacional de Florianópolis passou a operar, em outubro, com nova tabela tarifária autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil. O reajuste atinge embarque, conexão, pouso, permanência e serviços de carga.
Na prática, o passageiro sente diretamente a mudança na taxa de embarque. No terminal catarinense, a cobrança doméstica foi fixada em R$ 56,99, enquanto a internacional chegou a R$ 108,17.
A atualização entrou em vigor após a concessionária informar que os novos valores passaram a valer em 1º de outubro, com base em portaria federal publicada no fim de agosto.
O que mudou nas tarifas do aeroporto
Segundo a página oficial do terminal, as novas tarifas aeroportuárias já estão em vigor desde 1º de outubro de 2026.
A tarifa de conexão doméstica e internacional ficou em R$ 17,43 por passageiro. Já a tarifa de pouso varia conforme o tipo de operação e o porte da aeronave.
No grupo principal, o pouso doméstico foi definido em R$ 17,8461 por tonelada. No internacional, o valor passou para R$ 45,5765 por tonelada.
- Embarque doméstico: R$ 56,99
- Embarque internacional: R$ 108,17
- Conexão: R$ 17,43
- Pouso doméstico: R$ 17,8461 por tonelada

Base legal do reajuste em Florianópolis
A revisão foi formalizada pela ANAC. Em ato regulatório, a agência lista a Portaria nº 19.863/SRA, de 24 de agosto de 2026, específica para o contrato de concessão de Florianópolis.
O texto trata do reajuste dos tetos tarifários aplicáveis ao Aeroporto Hercílio Luz, dentro do contrato federal de concessão firmado com a iniciativa privada.
Isso significa que a atualização não dependeu de decisão local isolada. Ela segue o modelo regulatório nacional usado nos aeroportos concedidos.
- A ANAC redefine os tetos tarifários.
- A concessionária publica a tabela atualizada.
- Os valores passam a valer na data informada ao mercado.
Impacto para passageiros e companhias
Para o viajante, a cobrança aparece embutida no custo final do bilhete. O valor não representa a tarifa aérea em si, mas o uso da infraestrutura do aeroporto.
No caso das empresas, o reajuste alcança também permanência em pátio, armazenagem e capatazia, com efeito sobre a operação de aeronaves e cargas.
Em documento oficial, a portaria confirma o reajuste dos tetos de embarque, conexão, pouso, permanência, armazenagem e capatazia no aeroporto da capital catarinense.
O movimento reforça uma agenda menos visível ao público, mas decisiva para o custo da aviação. Em Florianópolis, a mudança já está valendo e afeta toda nova emissão com essas taxas atualizadas.
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Editor: Marcelo Menezes
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