A mobilidade no Norte da Ilha ganhou um novo ponto de tensão em Florianópolis. Em audiência pública na Alesc, moradores e técnicos cobraram mudanças nas obras de triplicação da SC-401 e pressionaram por prioridade ao transporte coletivo.
O encontro ocorreu em 8 de abril e expôs um problema além das filas diárias: a rodovia segue sem definição sobre faixa exclusiva para ônibus, apesar de ser o principal eixo de deslocamento da região.
A discussão cria um novo capítulo no trânsito de Floripa porque desloca o foco das retenções momentâneas para a disputa sobre o modelo viário que será entregue após a obra.
O que foi cobrado na audiência sobre a SC-401
Segundo a Alesc, moradores de Monte Verde, Cacupé e Saco Grande relataram riscos de alagamento, travessias inseguras e falta de estrutura para pedestres e ciclistas.
Durante o debate, também voltou à pauta a defesa de uma faixa exclusiva para ônibus na SC-401, tratada como peça central para reduzir o impacto diário no tráfego.
O governo estadual informou que 75% das obras de drenagem já estavam concluídas no momento da audiência.
- Moradores pedem mais drenagem
- Comunidade cobra travessias seguras
- Ciclistas exigem infraestrutura contínua
- Transporte coletivo entra no centro do debate

Por que o corredor de ônibus voltou ao centro da discussão
A pressão ocorre num cenário em que Florianópolis ainda tem baixa presença de corredores exclusivos. Indicador municipal aponta apenas 0,18% da malha viária com esse tipo de estrutura.
Esse dado reforça a cobrança por mais espaço dedicado ao transporte público em um dos corredores mais carregados da capital.
Na audiência, o superintendente da Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade disse que a decisão sobre a faixa exclusiva cabe à Prefeitura de Florianópolis.
- Estado executa a triplicação
- Prefeitura decide sobre corredor exclusivo
- Moradores cobram definição antes da entrega
O que muda para quem enfrenta o trânsito agora em Floripa
A principal consequência imediata é política: o debate saiu do campo técnico e virou cobrança pública por um desenho viário menos dependente do carro.
A Alesc registrou que a conclusão da triplicação, ciclovias e calçadas está prevista para outubro, enquanto elevados e passarelas devem ficar para outros editais.
Para o motorista, isso significa que o problema da SC-401 não se resume à obra em si. A disputa agora é sobre como a via vai operar quando estiver pronta.
Se não houver definição rápida, o trânsito em Floripa pode ganhar capacidade para carros sem resolver o gargalo estrutural do transporte coletivo.
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