A mobilidade em Florianópolis ganhou um novo foco neste mês: a ampliação do debate sobre micromobilidade e uso seguro de patinetes elétricos, tema incorporado à estratégia oficial da prefeitura para reduzir conflitos no trânsito.
O movimento ocorre enquanto o município revisa o PlanMob, plano que vai orientar os deslocamentos na capital nos próximos anos e prioriza transporte coletivo, caminhabilidade e ciclismo.
Na prática, o avanço coloca os modais leves no centro da discussão sobre fluidez viária, segurança e ocupação do espaço urbano, num momento em que a cidade busca alternativas ao excesso de carros.
Prefeitura inclui micromobilidade no eixo central do planejamento
A revisão do plano municipal começou formalmente após a assinatura da ordem de serviço do novo PlanMob, com apoio técnico da FIPE.
Segundo a prefeitura, o trabalho reúne estudos, diagnósticos e definição de diretrizes para organizar os deslocamentos urbanos com foco em eficiência, integração e sustentabilidade.
Entre as prioridades já anunciadas, estão a qualificação do transporte coletivo e o fortalecimento da mobilidade ativa, incluindo pedestres, ciclistas e soluções de curta distância.
- redução do uso do carro individual;
- integração entre modais;
- melhoria da fluidez viária.

Patinetes entram no debate sobre segurança viária
O tema ganhou tração com a ação apoiada pela prefeitura em que Whoosh e Jet promoveram escola gratuita de direção para usuários de patinetes elétricos.
A iniciativa foi criada para orientar adultos sobre velocidade, estacionamento, circulação e convivência com pedestres, ciclistas e veículos motorizados.
Pelas regras nacionais, esses equipamentos podem circular em ciclovias, ciclofaixas e vias com limite de até 40 km/h, com velocidade máxima de 20 km/h.
- treinamento individual para iniciantes;
- reforço das regras de circulação;
- orientação sobre uso responsável.
Conselho de mobilidade amplia pressão por decisões práticas
Outro elemento novo é a atuação do Conselho Municipal de Mobilidade Urbana, que reúne prefeitura, operadores, ciclomobilidade e sociedade civil.
As reuniões mensais discutem transporte coletivo, infraestrutura cicloviária, segurança no trânsito e inovação, criando um ambiente institucional para transformar debate técnico em medidas concretas.
- diagnóstico dos gargalos;
- discussão pública das prioridades;
- definição de soluções para diferentes modais.
Para Florianópolis, o recado é claro: o trânsito de 2026 não está sendo discutido apenas nas filas, mas também na disputa por espaço entre carros, ônibus, bicicletas e patinetes.
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