Florianópolis voltou a colocar a mobilidade no centro do debate nesta quarta-feira, 17 de junho de 2026. O foco agora não é obra emergencial nem bloqueio pontual.
A Prefeitura mantém em andamento a fase de visitas domiciliares da Pesquisa Origem e Destino, etapa que vai abastecer a revisão do PlanMob e redesenhar prioridades do trânsito local.
Segundo a administração municipal, o levantamento começou em 18 de maio e é conduzido pela FIPE para entender como a população se desloca diariamente pela capital.
Pesquisa muda o foco do trânsito em Florianópolis
O estudo integra a atualização do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável. A gestão municipal afirma que os dados coletados vão orientar políticas para circulação de pessoas e cargas.
Na apresentação oficial, a Prefeitura informou que as visitas domiciliares da Pesquisa Origem e Destino começaram em 18 de maio de 2026.
O secretário Moacir da Silva declarou que Florianópolis chegou ao limite de um modelo centrado no automóvel, defendendo prioridade maior ao transporte coletivo e aos modos ativos.
- Levantamento feito em domicílios
- Mapeamento de padrões de deslocamento
- Base técnica para futuras intervenções

O que a revisão do PlanMob já aponta
As reuniões técnicas do plano discutiram circulação a pé, bicicletas, micromobilidade, transporte individual, táxi, carga, polos geradores e sistema viário.
A mesma página oficial informa que a revisão do plano tem duração estimada de 16 meses, com diagnóstico, consolidação de dados e definição de diretrizes.
Em outra frente, a Prefeitura destaca que a micromobilidade ganhou indicadores próprios em Florianópolis ao longo de 2026, reforçando a integração entre modais.
- Prioridade ao transporte coletivo
- Mais peso para deslocamentos curtos
- Integração entre ônibus, bicicleta e patinetes
Por que isso afeta o motorista agora
Mesmo sem nova intervenção viária hoje, a revisão em curso influencia decisões futuras sobre fluidez, segurança, estacionamento, carga urbana e uso do espaço público.
A lógica é simples: entender viagens reais antes de mexer na malha urbana. Isso reduz decisões isoladas e aumenta a chance de medidas permanentes.
No plano federal, a PRF também mantém regras de restrição de tráfego para veículos excedentes em 2026, cenário que dialoga com a mobilidade regional.
- Coletar dados atualizados
- Comparar modos de deslocamento
- Definir prioridades de investimento
Para quem enfrenta congestionamentos diários em Floripa, o recado é direto: a próxima mudança relevante no trânsito pode nascer menos do asfalto e mais dos dados.
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