Florianópolis começou nesta segunda-feira, 18 de maio de 2026, uma nova etapa da revisão do seu plano de mobilidade com visitas domiciliares da Pesquisa Origem e Destino, base técnica para mudanças no trânsito da capital.
A ação é coordenada pela Secretaria Executiva de Operações de Mobilidade e integra a atualização do PlanMob, estudo que deve orientar decisões sobre circulação, transporte coletivo e deslocamentos diários.
Segundo a prefeitura, as visitas começaram em 18 de maio e fazem parte da Pesquisa Origem e Destino conduzida pela FIPE, após trabalhos de campo já iniciados em cidades vizinhas.
O que muda a partir de agora
A etapa atual leva pesquisadores às casas de moradores para mapear como a população se desloca dentro da cidade, em quais horários e por quais motivos.
Esse levantamento é considerado decisivo porque Florianópolis enfrenta limitações físicas para ampliar vias, devido à condição insular e ao adensamento urbano em áreas críticas.
A revisão do plano tem duração estimada de 16 meses e deve produzir diagnósticos e diretrizes para os próximos anos, com foco em segurança e eficiência.
- Mapeamento de rotas diárias
- Leitura de horários de pico
- Base para revisão do transporte público

Prioridades da nova política viária
O município afirma que a atualização do PlanMob vai priorizar pedestres, ciclistas e transporte coletivo, reduzindo a dependência do carro particular no sistema viário.
Entre as frentes previstas estão integração entre modais, acessibilidade e qualificação dos corredores urbanos mais pressionados pelo fluxo diário de veículos e passageiros.
No plano federal, o Maio Amarelo de 2026 adotou o tema “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”, reforçando a pressão por políticas urbanas mais seguras.
- Diagnóstico técnico da circulação
- Definição de prioridades urbanas
- Formulação de intervenções futuras
Por que o levantamento importa
Sem dados atualizados, obras e mudanças operacionais tendem a atacar sintomas, não causas do congestionamento crônico em acessos, pontes e corredores internos da ilha.
A prefeitura sustenta que o modelo centrado no automóvel chegou ao limite, argumento que embasa a revisão das diretrizes de circulação e uso do espaço urbano.
No cenário nacional, a PRF informou que 2025 terminou com 72.483 sinistros, 6.044 mortes e 83.483 feridos, dado que amplia o peso das decisões locais sobre mobilidade.
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