A Prefeitura de Florianópolis abriu um novo flanco no debate sobre trânsito ao apresentar uma proposta que mistura mobilidade e adaptação climática na região continental da capital.
O foco está no eixo entre Coqueiros e Estreito, área pressionada por calor urbano, alagamentos e barreiras para pedestres e ciclistas no entorno da BR-282 e da Avenida Ivo Silveira.
Segundo a gestão municipal, o projeto prevê 16 corredores verdes com 24,9 km de vias qualificadas, além de novas travessias e pontos de apoio ao deslocamento ativo.
O que muda no trânsito da parte continental
A proposta foi editada em 5 de maio de 2026 e integra a estratégia da Rede de Planejamento da prefeitura para reorganizar circulação, conforto urbano e segurança viária.
Na prática, o desenho inclui uma nova transposição da BR-282 e a qualificação de outras sete passagens já existentes, com foco em travessias mais seguras.
Também estão previstas intervenções em 31 pontos de ônibus e em 13 edifícios públicos, com medidas para reduzir a exposição ao calor durante os deslocamentos.
- 16 corredores verdes
- 24,9 km de vias qualificadas
- 1 nova transposição da BR-282
- 7 transposições requalificadas

Por que o projeto entra no radar da mobilidade
A prefeitura afirma que a iniciativa vai além do paisagismo e tenta responder a gargalos históricos de circulação na área continental da cidade.
De acordo com o plano municipal, a revisão do PlanMob já trata como prioridade a integração entre modais, a qualificação do transporte coletivo e a mobilidade ativa.
Isso aproxima o projeto de uma agenda mais ampla, que busca reduzir dependência do carro e melhorar conexões locais de curta distância.
- Melhorar travessias urbanas
- Reduzir conflitos viários
- Dar mais conforto ao pedestre
- Integrar ônibus e circulação ativa
Impactos esperados e próximos passos
Entre os efeitos estimados estão redução média de 1,3°C na área e de 2,5°C nos corredores verdes, além de mitigação estrutural de alagamentos.
A proposta também mira impacto social direto sobre mais de 23 mil moradores beneficiados na região, segundo os documentos municipais.
As próximas etapas incluem estudos executivos, licenciamento, captação de recursos e execução das obras. Se avançar, o projeto pode abrir um novo modelo para atacar trânsito e clima ao mesmo tempo em Florianópolis.
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