Uma operação integrada das forças de segurança colocou a Tapera, no Sul da Ilha, no centro do noticiário policial de Florianópolis nesta semana. A ação mira uma organização suspeita de comandar o tráfico de drogas na região.
Segundo a Polícia Civil, a ofensiva foi deflagrada na terça-feira, 12 de maio, após cerca de um ano de investigação. Até a divulgação oficial, 15 pessoas haviam sido presas e outras seguiam foragidas.
No mesmo dia, a Polícia Federal informou que uma frente paralela da FICCO em Santa Catarina também cumpriu quatro prisões preventivas na Grande Florianópolis, ampliando a pressão sobre redes criminosas no Estado.
O que a operação apurou na Tapera
De acordo com a Polícia Civil, a chamada Operação Quebra de Comando foi conduzida pela Delegacia de Combate às Drogas do DIC de Florianópolis.
A investigação apontou uma estrutura com pontos de venda, operadores, intermediadores e responsáveis pela logística do tráfico dentro da comunidade.
Na ação, os agentes cumpriram 17 mandados de prisão e 30 mandados de busca e apreensão, conforme informou a própria corporação em balanço divulgado pela Polícia Civil de Santa Catarina.
Também foram lavrados dois autos de prisão em flagrante. A corporação relatou ainda a apreensão de grande quantidade de drogas, sem detalhar o volume total até a última atualização.
- Região alvo: Tapera, em Florianópolis
- Data da operação: 12 de maio de 2026
- Prisões informadas inicialmente: 15
- Mandados de busca: 30

Como a ofensiva se conecta a outras ações em SC
No mesmo 12 de maio, a FICCO de Santa Catarina deflagrou a Operação Impedimento para desarticular outro grupo suspeito de atuar no tráfico na Grande Florianópolis.
Nesse caso, houve quatro prisões preventivas em Criciúma, Lages e São José, além de buscas em endereços de Imbituba, Palhoça e São José.
Segundo a Polícia Federal, a ofensiva apreendeu celulares, armas e munições e integra a ação nacional Força Integrada II, descrita em comunicado oficial publicado pela PF.
As apurações da PF partiram de materiais recolhidos na operação Colapso, realizada em junho de 2025, que já havia atingido esquemas de tráfico e lavagem de dinheiro em Santa Catarina.
- Primeiro, as polícias mapearam a dinâmica do tráfico local.
- Depois, pediram mandados ao Judiciário.
- Por fim, executaram prisões e buscas de forma simultânea.
Impacto imediato para Florianópolis
A operação na Tapera reforça uma linha de atuação baseada em inteligência, integração e ataque à cadeia de comando, não apenas aos vendedores de rua.
Esse desenho aparece no próprio nome da ofensiva, que, segundo a Polícia Civil, buscou atingir níveis superiores da organização criminosa investigada.
Em paralelo, a capital também se prepara para receber entre 23 e 30 de maio o FITA 2026, com 39 apresentações gratuitas do Festival Internacional de Teatro de Animação, mostrando o contraste entre a agenda cultural da cidade e a pressão diária da segurança pública.
Para os moradores da Tapera e de bairros vizinhos, o próximo passo será acompanhar se as capturas pendentes e a análise do material apreendido vão sustentar novas denúncias e desdobramentos judiciais.
Até lá, o saldo mais visível é a tentativa do Estado de interromper a engrenagem logística do tráfico em uma das áreas mais sensíveis de Florianópolis.
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