Florianópolis recebeu nesta terça-feira, 9 de junho de 2026, uma capacitação estadual para reforçar o enfrentamento às hepatites virais na rede pública.
A atividade foi promovida pela Secretaria de Estado da Saúde e reuniu médicos residentes e profissionais da Atenção Primária à Saúde.
O encontro ocorre em um momento de preparação para o Julho Amarelo e mira diagnóstico precoce, prevenção e ampliação do acesso ao tratamento.
Capacitação reúne profissionais em Florianópolis
Segundo a SES, a formação aconteceu presencialmente na capital, com transmissão online para ampliar a participação de equipes de todo o estado.
De acordo com a capacitação realizada em Florianópolis nesta terça-feira, 9 de junho de 2026, participaram médicos residentes do Programa de Medicina de Família e Comunidade.
A iniciativa também mobilizou profissionais da Atenção Primária à Saúde, considerada a porta de entrada do SUS para testagem, vacinação e encaminhamento.
- Diagnóstico precoce dos casos
- Manejo clínico dos pacientes
- Fortalecimento da prevenção nos territórios
- Integração entre vigilância e assistência

Foco está na detecção precoce e no cuidado contínuo
As hepatites virais atingem o fígado e podem evoluir por anos sem sintomas evidentes, o que dificulta a identificação rápida dos casos.
Por isso, a atualização técnica busca melhorar a capacidade de resposta dos profissionais que atendem diretamente a população nas unidades básicas.
Conforme o conteúdo da formação em hepatites virais, o treinamento abordou diagnóstico, condução clínica e ações educativas nas comunidades.
A SES informou que o objetivo é qualificar a rede para ampliar o acesso a testes, vacinação e tratamentos já disponíveis no sistema público.
- Testagem em tempo oportuno
- Encaminhamento mais rápido
- Orientação aos pacientes
- Redução da transmissão
Estratégia mira rede estadual antes do Julho Amarelo
A ação integra a preparação para o Julho Amarelo, campanha nacional voltada à conscientização e ao combate das hepatites virais.
Segundo a pasta, o treinamento foi promovido pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica e pela Escola de Saúde Pública de Santa Catarina.
O apoio federal também foi citado pela secretaria, dentro de uma estratégia de articulação entre vigilância, assistência e educação permanente.
- Capacitar quem está na linha de frente
- Ampliar o diagnóstico precoce
- Fortalecer prevenção e vacinação
- Melhorar o acompanhamento dos pacientes
Em outra frente da saúde estadual anunciada no mesmo dia, o Hospital Celso Ramos, na capital, informou ter realizado o primeiro procedimento combinado de medicina regenerativa da unidade, sinalizando avanço técnico na rede pública catarinense.
No caso das hepatites, a aposta agora é em uma resposta mais uniforme no estado, com profissionais melhor preparados para reconhecer sinais, orientar pacientes e acelerar o cuidado.
Para Florianópolis, o encontro reforça o papel da capital como centro de formação e articulação de políticas públicas de saúde com alcance estadual.
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