Na Grande Florianópolis, uma nova frente contra o crime organizado ganhou escala nesta semana. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Santa Catarina deflagrou a Operação Impedimento com foco em um grupo suspeito de tráfico de drogas.
A ação ocorreu na terça-feira, 12 de maio, e segue repercutindo no estado pela articulação entre forças federais e estaduais. O caso se destaca por mirar uma rede conectada a investigações anteriores.
Segundo a Polícia Federal, a ofensiva teve como base materiais recolhidos em uma apuração anterior. A corporação informou que a nova etapa busca enfraquecer a logística do grupo na região metropolitana.
Como foi a operação na Grande Florianópolis
De acordo com a PF, a ofensiva cumpriu quatro mandados de prisão preventiva. Os alvos estavam em Criciúma, Lages e São José.
Também foram executadas buscas em seis endereços residenciais. Os imóveis ficam em Imbituba, Palhoça e São José, cidades ligadas ao eixo operacional investigado.
Durante as diligências, os agentes apreenderam celulares, armas e munições. A informação consta no comunicado oficial da Operação Impedimento divulgado pela Polícia Federal.
- 4 mandados de prisão preventiva
- 6 endereços alvo de busca e apreensão
- Apreensão de celulares, armas e munições
A FICCO de Santa Catarina reúne Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e a Secretaria Nacional de Políticas Penais. A composição indica uma resposta coordenada ao avanço das facções.

Ligação com investigação anterior ampliou alcance
As investigações começaram após a análise de provas recolhidas na operação Colapso, realizada em junho de 2025. Essa conexão ampliou o alcance da apuração atual.
Na fase anterior, a força-tarefa havia desarticulado um esquema de tráfico e lavagem de dinheiro em Santa Catarina e estados vizinhos. O novo desdobramento sugere que ramificações permaneceram ativas.
Conforme o registro institucional da PF, a Colapso resultou em 38 prisões, 48 buscas e bloqueio superior a R$ 1,4 bilhão em ativos, números que ajudam a dimensionar o porte da investigação.
- Primeiro, investigadores analisaram materiais apreendidos em 2025.
- Depois, mapearam suspeitos e endereços ligados ao grupo.
- Por fim, deflagraram a nova etapa simultânea em maio de 2026.
Por que o caso importa para Florianópolis
Embora os mandados não tenham sido concentrados apenas na capital, o foco declarado está na região da Grande Florianópolis. Isso coloca Florianópolis no centro do monitoramento das rotas investigadas.
A operação também integra a Força Integrada II, mobilização nacional de ações simultâneas das FICCOs. O enquadramento nacional eleva o peso político e policial do caso.
Em outra frente pública da capital, a Prefeitura mantém atualizado o boletim diário de mobilidade urbana, ferramenta usada para informar alterações viárias e serviços, contexto importante quando ações policiais e operacionais afetam deslocamentos metropolitanos.
No campo acadêmico, a UFSC também registrou nesta semana a participação de pesquisadores no congresso brasileiro de apicultura e meliponicultura realizado em Florianópolis, sinal de que a cidade mantém agenda intensa e simultânea em segurança, ciência e eventos.
Até agora, a Polícia Federal não detalhou quantos investigados ainda podem ser alcançados por novos desdobramentos. A expectativa é de que a análise do material apreendido abra novas frentes nos próximos dias.
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