A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou nesta terça-feira, 12 de maio de 2026, uma ofensiva de grande porte contra o tráfico na Tapera, em Florianópolis.
A operação, batizada de Quebra de Comando, teve como alvo uma organização criminosa investigada havia cerca de um ano na região sul da capital.
Segundo a corporação, a ação cumpriu mandados de prisão e de busca para atingir vendedores, intermediadores e suspeitos apontados como responsáveis pela estrutura do grupo.
O que aconteceu na Tapera
De acordo com a Polícia Civil, a operação foi conduzida pela Delegacia de Combate às Drogas do DIC de Florianópolis.
O foco era desmontar a logística do tráfico instalada na comunidade e interromper a cadeia de comando do grupo investigado.
As informações oficiais apontam que foram expedidos 17 mandados de prisão e 30 mandados de busca e apreensão pelo Poder Judiciário.
Até a divulgação inicial do balanço, 15 pessoas haviam sido presas, além de dois autos de prisão em flagrante registrados durante as diligências.
- 17 mandados de prisão
- 30 mandados de busca e apreensão
- 15 presos no primeiro balanço
- 2 flagrantes lavrados

Como a investigação foi estruturada
A Polícia Civil informou que a apuração durou aproximadamente 12 meses, com monitoramentos e levantamentos sobre a dinâmica criminosa local.
Nesse período, os investigadores mapearam pontos de venda de drogas, identificaram operadores e reuniram elementos sobre a circulação de entorpecentes na comunidade.
O nome da operação indica a estratégia de atingir não apenas quem vende nas ruas, mas também os níveis superiores da organização.
Na prática, a meta era enfraquecer o comando, os intermediadores e os responsáveis pela coordenação da atividade ilícita.
- Monitoramento da área investigada
- Mapeamento de pontos de tráfico
- Identificação de suspeitos e funções
- Pedido judicial de prisões e buscas
Forças mobilizadas e impacto imediato
A ofensiva contou com integração entre Polícia Civil, Polícia Militar, Guarda Municipal, Polícia Penal e Força Aérea Brasileira.
Também atuaram equipes especializadas com cães farejadores, empregadas para reforçar as buscas e a localização de materiais ligados ao grupo.
Segundo a corporação, grande quantidade de drogas foi apreendida, embora o volume exato ainda não tivesse sido detalhado no primeiro comunicado.
As diligências continuavam após a etapa inicial, porque ainda havia investigados considerados foragidos pela polícia.
- Polícia Civil
- Polícia Militar
- Guarda Municipal
- Polícia Penal
- Força Aérea Brasileira
Por que a operação ganha relevância em Florianópolis
O caso projeta a Tapera como um dos pontos mais sensíveis da disputa contra o tráfico na capital catarinense neste início de maio.
A operação também amplia a sequência de ações recentes das forças estaduais na Grande Florianópolis contra facções e rotas locais de distribuição.
Em outra frente anunciada dias antes, a Polícia Civil já havia realizado uma operação de combate ao tráfico na região metropolitana em 8 de maio.
Isso sugere uma intensificação do esforço policial sobre áreas consideradas estratégicas para armazenamento, distribuição e varejo de drogas.
Cenário mais amplo de segurança e próximos passos
O avanço da operação ocorre em uma semana marcada por agenda intensa em Florianópolis, com circulação ampliada de público e eventos setoriais na cidade.
Entre eles está um congresso nacional de apicultura e meliponicultura com expectativa de cerca de 2,5 mil participantes entre 13 e 16 de maio.
Nesse contexto, operações de repressão qualificada tendem a receber atenção adicional, sobretudo em áreas urbanas com histórico de atuação de organizações criminosas.
O próximo passo será localizar os alvos que permanecem foragidos e consolidar o material apreendido para sustentar as etapas judiciais seguintes.
Se o balanço for confirmado nas próximas atualizações, a operação poderá se firmar como uma das maiores ações recentes contra o tráfico na região da Tapera.
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