A Prefeitura de Florianópolis acelerou em maio a revisão do Plano de Mobilidade Urbana e colocou o Terminal de Integração da Lagoa no centro do diagnóstico técnico.
O movimento abre um novo foco no debate sobre trânsito na Capital: a ligação entre ônibus, deslocamentos locais e o transporte aquaviário.
Segundo o processo oficial, a revisão do PlanMob teve visitas técnicas e capacitação da equipe municipal, com apoio da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas.
Terminal da Lagoa ganha peso no diagnóstico
O terminal foi vistoriado pela equipe da prefeitura durante a atualização do plano. O objetivo foi medir gargalos de operação e integração entre modais.
Na prática, isso desloca a discussão do trânsito além das pontes e das obras viárias mais visíveis no Centro e nos acessos à Ilha.
O estudo observa atendimento à população, política tarifária e funcionamento do sistema. Esses pontos influenciam diretamente tempo de viagem e lotação.
- Integração entre ônibus e transporte aquaviário
- Fluxo de embarque e desembarque
- Condições de conexão entre bairros e terminal

Por que esse avanço afeta o trânsito agora
Quando a integração funciona mal, mais moradores migram para o carro. O resultado costuma aparecer em filas maiores nos corredores de entrada e saída.
Dados do projeto urbano da prefeitura indicam que mais de 40 mil pessoas deixaram de usar o transporte coletivo em anos anteriores.
Esse histórico ajuda a explicar por que a administração trata a rede integrada como peça central para reduzir pressão sobre o sistema viário.
- Melhor conexão reduz baldeações ineficientes
- Viagens mais previsíveis atraem usuários
- Menos carros aliviam pontos críticos
O que observar nos próximos dias em Floripa
O avanço ainda está na fase técnica, sem anúncio de intervenção imediata no terminal. Mesmo assim, o tema entra no radar de quem acompanha o trânsito diário.
A gestão municipal afirma que a Rede de Mobilidade integra planejamento, intervenção e gestão para reorganizar deslocamentos em Florianópolis.
Se o diagnóstico virar obra, ajuste operacional ou mudança tarifária, a Lagoa pode se tornar um dos eixos mais sensíveis da mobilidade em 2026.
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