A Prefeitura de Florianópolis colocou em evidência, nesta semana, um novo eixo do debate sobre trânsito: a expansão da micromobilidade com patinetes elétricos compartilhados.
O tema ganhou peso porque o município confirmou que três empresas já operam na cidade, com circulação voltada a deslocamentos curtos e integração com a malha urbana.
Na prática, o assunto abre um ângulo diferente do trânsito tradicional, ao deslocar a discussão das filas para o uso de modais leves no dia a dia.
Patinetes entram no centro da pauta viária
Em conteúdo oficial atualizado em fevereiro, a prefeitura informou que Jet, Whoosh e Tem Bici atuam atualmente na micromobilidade urbana de Florianópolis.
Segundo o município, as duas primeiras operam com patinetes elétricos compartilhados liberados por aplicativo, voltados principalmente a percursos de pequena distância.
A administração municipal afirma que esses veículos podem ajudar na chamada primeira e última milha, conectando trechos entre moradia, trabalho, comércio e transporte coletivo.
- Deslocamentos curtos
- Menor dependência do carro
- Integração com outros modais

Limite de velocidade e ação educativa
O material da prefeitura informa que os patinetes devem respeitar velocidade máxima de 20 km/h, dentro das diretrizes municipais e da legislação aplicada ao serviço.
Além da operação, a gestão municipal diz manter parceria com empresas para melhorar o uso seguro dos equipamentos em áreas de circulação intensa.
Em janeiro, o município também divulgou uma escola de direção gratuita para orientar adultos sobre o uso responsável dos patinetes.
- Baixa velocidade operacional
- Uso mediado por aplicativo
- Treinamento para novos usuários
Como isso muda o debate sobre trânsito em Floripa
O avanço da micromobilidade aparece enquanto Florianópolis revisa seu plano setorial para deslocamentos urbanos, com foco em integração entre modais.
No planejamento oficial, a cidade diz buscar melhorar acessibilidade, fluidez e sustentabilidade na mobilidade urbana nos próximos anos.
Isso indica que o trânsito em Floripa, em 2026, não está sendo discutido apenas por obras, bloqueios ou congestionamentos, mas também por alternativas ao automóvel.
Se a adesão crescer, o efeito esperado é aliviar viagens curtas e redistribuir parte da circulação urbana, sobretudo em áreas com maior densidade de serviços.
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