A revisão do Plano de Mobilidade de Florianópolis ganhou tração em 2026 e recolocou o trânsito da capital no centro da agenda pública. A prefeitura abriu novas frentes técnicas para redesenhar circulação, integração modal e segurança viária.
O movimento foge do noticiário recorrente sobre filas nas pontes. Desta vez, o foco está na estrutura que pode definir como moradores e visitantes vão se deslocar pelos próximos anos.
A gestão municipal afirma que o diagnóstico já avançou com apoio técnico e visitas em campo. O plano também passou a incorporar micromobilidade, transporte aquaviário e revisão do sistema viário.
Prefeitura acelera revisão do PlanMob
Segundo a gestão municipal, a revisão do Plano de Mobilidade Urbana entrou em nova fase técnica após reuniões temáticas realizadas entre 30 de março e 1º de abril.
Esses encontros reuniram secretarias da área urbana e especialistas convidados. A proposta foi aprofundar o diagnóstico e consolidar diretrizes para circulação a pé, bicicletas e transporte motorizado.
A prefeitura também informou que a FIPE participou de visitas em campo nos dias 3 e 4 de fevereiro. O trabalho avaliou infraestrutura, operação e possibilidades de integração entre modais.
- circulação a pé
- bicicletas e micromobilidade
- transporte individual motorizado
- transporte de carga

Conselho passa a ter papel estratégico
O município reforçou ainda o papel institucional do CONMURB. Publicado em abril, o conselho foi descrito como espaço permanente para discutir tarifa, logística urbana e segurança no trânsito.
De acordo com a composição oficial do CONMURB, participam órgãos da prefeitura e representantes da sociedade civil ligados a transporte, turismo e ciclomobilidade.
Na prática, isso amplia a pressão por decisões menos improvisadas. Também cria uma instância formal para acompanhar medidas que afetam diretamente o trânsito de Floripa.
Micromobilidade entra de vez no debate
A revisão ocorre enquanto outros modais avançam. Em fevereiro, Florianópolis somou 342.982 viagens com patinetes e bicicletas compartilhadas, segundo levantamento divulgado em março.
Os patinetes responderam por 323.110 deslocamentos. As bicicletas compartilhadas registraram 19.872 viagens, mostrando que alternativas ao carro já têm escala relevante na capital.
- reduzir deslocamentos curtos de carro
- integrar bairros e terminais
- melhorar fluidez em áreas saturadas
Se o plano sair do papel com metas claras, o trânsito de Florianópolis poderá ser discutido menos pelo colapso diário e mais pela capacidade de prevenção.
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