Defesa Civil e Epagri/Ciram mantêm alerta para mar agitado e risco de ressaca na Grande Florianópolis entre esta segunda e terça-feira.
O aviso atinge a faixa costeira entre Passo de Torres e a Grande Florianópolis e vale de 11 de maio, às 9h, até 12 de maio, às 22h.
Segundo a Epagri/Ciram, a condição é causada pela atuação de uma massa de ar frio polar, com ondas de sul e cenário desfavorável para pequenas embarcações.
Alerta oficial concentra atenção no litoral catarinense
A atualização publicada nesta segunda informa mar agitado com risco de ressaca no litoral de Santa Catarina, incluindo a região da capital.
O boletim cita ondulação de sul com altura média de 1,5 a 2 metros e picos entre 2,5 e 3 metros, mais altos longe da costa.
Na prática, isso amplia o risco para pesca artesanal, passeios náuticos, travessias menores e atividades recreativas em costões e faixas de areia expostas.
A orientação técnica é de atenção redobrada porque a instabilidade marítima pode variar ao longo do dia, mesmo sem chuva forte contínua sobre a capital.
- O aviso começou às 9h desta segunda-feira, 11 de maio de 2026.
- O encerramento previsto é às 22h de terça-feira, 12 de maio.
- A faixa monitorada vai de Passo de Torres à Grande Florianópolis.
- Pequenas e médias embarcações estão entre as mais vulneráveis.

Chuva e avanço de ar polar ajudam a explicar o cenário
O alerta marítimo vem na sequência da frente fria que atingiu Santa Catarina no fim de semana e elevou os acumulados de chuva em várias áreas do estado.
Levantamento técnico da Epagri/Ciram mostrou que Florianópolis acumulou 57,2 milímetros em 48 horas, um dos maiores volumes na faixa litorânea monitorada.
Depois da chuva, uma massa de ar polar avançou sobre o Sul do Brasil e derrubou as temperaturas em Santa Catarina, mantendo vento e agitação no mar.
Esse encadeamento é importante porque combina maré mais sensível, vento persistente e ondulação de sul, fatores que costumam agravar o desconforto na costa.
O que muda para quem está na capital
Em Florianópolis, o risco maior envolve costões, molhes, trapiches, praias abertas ao sul e deslocamentos de barco em condições de menor porte.
Mesmo sem interdição geral anunciada até agora, o cenário exige avaliação constante de marinas, pescadores, escolas náuticas e operadores turísticos da região.
Moradores também devem observar o avanço do mar em pontos vulneráveis, sobretudo em horários de maré mais alta e em áreas historicamente sensíveis.
- Evitar entrar no mar em locais com forte arrebentação.
- Suspender saídas de pequenas embarcações sem condição adequada.
- Não permanecer sobre pedras, molhes e estruturas avançadas.
- Acompanhar atualizações meteorológicas ao longo do dia.
Autoridades acompanham risco costeiro na Grande Florianópolis
A Defesa Civil de Santa Catarina mantém a recomendação para monitoramento dos avisos e atualização das condições costeiras ao longo desta segunda-feira.
Em episódios assim, o impacto nem sempre aparece como desastre amplo, mas pode surgir em ocorrências pontuais, como avanço de água, danos leves e restrição à navegação.
O histórico recente reforça a cautela. Antes do novo aviso de ressaca, houve registro estadual de maré alta e possibilidade de alagamentos costeiros no litoral catarinense.
Isso indica que o começo da semana reúne dois vetores de atenção para a capital: o solo ainda úmido após a frente fria e o mar sob influência do vento sul.
- Consultar boletins oficiais antes de qualquer atividade no mar.
- Rever rotas e horários de navegação de pequeno porte.
- Evitar áreas de observação muito próximas da rebentação.
- Acionar socorro imediatamente em caso de arrastamento ou acidente.
Por que este alerta merece atenção imediata
A Grande Florianópolis concentra praias urbanas, comunidades pesqueiras, turismo náutico e circulação intensa em áreas costeiras, o que amplia a exposição ao risco.
Quando ondas chegam a até 3 metros em áreas afastadas da costa, a energia marítima pode se refletir também em trechos com acesso frequente do público.
O cenário não significa necessariamente emergência generalizada, mas exige leitura local e decisões rápidas de prevenção por parte de moradores e visitantes.
Se a previsão se confirmar até a noite de terça-feira, a capital deve atravessar quase 37 horas sob vigilância marítima reforçada no começo da semana.
Para Florianópolis, o fato mais relevante desta segunda-feira é objetivo: o mar entrou no centro da atenção das autoridades, e a janela de risco segue aberta.
Aviso Editorial
Este conteúdo foi estruturado com apoio de Inteligência Artificial e revisado pelo editor-chefe Marcelo Neves. O editor-chefe mantém curadoria, checagem e responsabilidade editorial humana sobre as informações publicadas.
Sobre o autor:
Editor: Marcelo Neves
Transparência:
Política Editorial |
Uso de IA |
Correções |
Contato


